domingo, 31 de julho de 2011

TRADICIONAL FESTÃO DE SÃO CRISTÓVÃO É HOJE.

                                          Miltão Wleter e Chilo presentes na procissão
                                          não poderia faltar o José Krewer e seus bichinhos
Todos rumo ao Bairro Brasilia para a Festão de
São Cristóvão em comemoração ao
Dia do Motorista.

sábado, 30 de julho de 2011

LOJAS QUERO QUERO 44 ANOS !

Nesta segunda feira 01 de agosto, a rede de
Lojas Quero Quero comemora seus 44 anos de
existência e todas abrem com o novo logotipo
comemorativo e muitas ofertas para os
clientes em geral.
É só conferir.
Em Cerro Largo, a Loja Quero Quero
fica na Helmuth Smidt esq.Dr.Otto Flach.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

MEU FILHO. " É para refletir ".

´**publicação do blog do meu amigo de sta.Rosa,hoje residente em
Sinop-MT. Magnus Oliveira é reporter cinematográfico da TVCA
naquela cidade. Iniciou suas atividades na RBSTV-Sta.Rosa em 1994.*

Meu filho .


Meu filho, você não merece nada

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê(Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua(Globo).

terça-feira, 26 de julho de 2011

segunda-feira, 25 de julho de 2011

CALOR DE QUASE 30 GRAUS HOJE.

Praça de Cerro Largo foi refugio do sol agora à tarde.
Temperatura alta fora de época é um complicador para
a saúde das crianças e dos idosos.

sábado, 23 de julho de 2011

USINA UHE SÃO JOSÉ BUFANDO.

Com as chuvas dos ultimos dias todos os reservatórios
estão com nível alto,e lógico a abertura das comportas
se faz necessária.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

SEGURANÇA NO TRABALHO.

Pessoal de diversos ramos de atividade vem recebendo uma atenção
cada  vez maior em Segurança no Trabalho.
Um item importantíssimo nas relações patrão/empegado.
Turma da construção do Adelino Spohr fazendo curso minsitrado
na Industrial Busse Ltda nesta sexta feira.

SAMBA : Projeto "SONHO DE UM LEÃO " em CERRO LARGO.

A Escola Imperadores do samba de Sto.Angelo, e o Municipio
de Cerro Largo, assinaram contrato neste sábado de manhã,
23 de julho para execução do Projeto "Sonho de Um leão" ,
cujo objetivo será de inclusão social  e atenderá
crianças , adolecentes e as familias em vulnerabilidade.
Em contrapartida ao contrato  para a Escola apresentar no
Carnaval 2012  e falar sobre os 109 anos de emancipação de
Cerro Largo em seu tema enredo, a Escola Santo Angelense
ministrará oficinas de samba no pé, produção de fantasias ,
produção de alegorias e adereços ,desenho e pintura de
carnaval e bateria.
O Tema "De Colônia Serro Azul a Cerro Largo-Berço
Regional da Cultura " será mostrado
 no carnaval de Rua em 2012.
As aulas do projeto iniciam em agosto  na primeira quinzena,
sempre aos domingos das 9hrs às 16 hjs em diversos núcleos
de bairros do Municipio.
As oficinas serão gratuitas , sendo que os menores de 18 anos
terão que comprovar a escolaridade e frequencia escolar.
Fotos: Neivo José Schmidt

quinta-feira, 21 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

LUCIAN VIANA MUNCHEN É CONSELHEIRO TUTELAR.

Nosso goleiro do Grupo sexta feira do Clube Campestre
foi o vencedor do sorteio realizado agora há pouco pela
Justiça definindo o quinto Conselheiro Tutelar.
Lucian havia conquistado 155 votos ficando empatado
com Liliana Lubschinski na quinta colocação da
eleição realizada dia 12 de julho.
Parabéns meu jovem.
Muito Juízo e sabedoria no exercício deste mandato.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

PLANTÃO MÉDICO INICIA HOJE NA POLICLINA.

Hoje à  partir das 19 horas terá inicio o tão esperado
e aguardado pela população, Plantão Médico
na Policlina Sto.Inácio.
Esperamos que esta não seja a última  notícia boa das
tantas que gostaríamos de  receber ainda  em
 2011 na área da  Saúde Municipal e Regional.
Demorou mais saiu.
Parabéns à todos os que lutaram por este
benefício à população de Cerro Largo,de
Salvador das Missões e São Pedro do Butiá.

CERRO LARGO REALMENTE MUDOU NOS ULTIMOS 33 ANOS.


Novocar em 1975 na Helmuth Smidt.
Novocar em 1978 na Neco Januário.

sábado, 16 de julho de 2011

LIONS CLUBE REALIZA HOJE A 1@ REUNIÃO DISTRITAL LD-4.

O Clube Cruzeiro do Sul de Cerro Largo recebe hoje os 52 Presidentes
de Clubes do Distrito LD-4 ,para a posse dos 10 membros
do Gabinete Distrital e dos 38 Assessores Distritais.
Nesta Sessão do Lions Clube serão apresentadas as metas
do Governador e serão tratados diversos assuntos
Leonisticos.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

TEMPO BOM CIDADE VAZIA.

O Comércio de Cerro Largo terá mais uma semana  de pouco movimento, visto que os agricultores devem aproveitar o tempo firme e sol fort...