quarta-feira, 30 de setembro de 2015

MISSÕES PARTICIPOU DA FEIRA INTERNACIONAL DE TURISMO.

Destino Missões foi sucesso na Feira Internacional de Turismo da América Latina

30 de Setembro de 2015
Destino Missões foi sucesso na Feira Internacional de Turismo da América Latina
Presidente da Embratur recebendo da comitiva missioneira a revista sobre as Missões

Em Buenos Aires, comitiva missioneira apresentou em primeira mão, material sobre a história e potencial turístico dos 26 municípios da AMM

A região das Missões é reconhecida com um dos mais envolventes destinos turísticos a serem visitados no Rio Grande do Sul. E para mostrar parte de sua história, foi produzida pela AMM/Funmissões a revista “Missões: uma jornada pela história da América Latina e do povo gaúcho”. De forma resumida, o material reúne fatos históricos, belíssimos cenários e peculiaridades dos 26 municípios missioneiros.
E foi em Buenos Aires, na Argentina, durante os dias 27 a 29/9, que pela primeira vez a revista foi apresentada, durante a Feira Internacional de Turismo da América Latina (FIT/2015). O evento é classificado como um dos espaços mais importantes para o turismo mundial na América Latina, pois proporciona um ambiente único para desenvolver estratégias de negócios e promover novos serviços de ampliação do setor.

Turismo integrado
No estande da Secretaria estadual de Turismo, Esporte e Lazer (Setel/RS), a região esteve representada pelo presidente da AMM, Angelo Fabiam Duarte Thomas, pela secretária de Turismo de São Nicolau, Ana Paula Alvarenga e pela diretora de Turismo de São Borja, Silvana Friederich. Eles difundiram os atrativos turísticos e também a 1ª Conferência Missioneira de Turismo, que acontece em dezembro. “Todo trabalho que fizemos na FIT, converge para a divulgação da região e da nossa Conferência”, salientou Fabiam, que é prefeito de Giruá.

O dirigente da Associação disse ainda que a revista sobre as Missões foi sucesso absoluto, pois atraiu visitantes de diversos países, assim como expositores do evento. “Entre outras autoridades e representantes do trade turístico nacional e internacional, entregamos em primeira mão um exemplar da revista também ao presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, assim como o convite para a nossa Conferência”, ressaltou Thomas ao enfatizar que o destino Missões vai se fortalecer cada vez mais, porque são 26 municípios atuando unidos para o desenvolvimento integrado do turismo missioneiro.

www.site AMM

terça-feira, 29 de setembro de 2015

UFFS ABRE INSCRIÇÕES PARA MESTRADO EM POLÍTICAS PÚBLICAS.

Campus Cerro Largo: inscrições abertas para processo seletivo de Mestrado

O mestrado em Desenvolvimento e Políticas Públicas oferecido na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo, está com as inscrições abertas para a seleção da segunda entrada, com ingresso em 2016/1.

São ofertadas 15 vagas distribuídas em duas linhas de pesquisa: oito para “Estado, sociedade e políticas de desenvolvimento” e sete vagas para “Dinâmicas sociopolíticas e experiências de desenvolvimento”. As inscrições devem ser realizadas até o dia 23 de outubro, das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, na Secretaria de Pós-Graduação, situada na sala 1-2-22, na Unidade Seminário, na rua Major Antônio Cardoso, nº 590, em Cerro Largo.
O processo seletivo constará de duas etapas: prova escrita de conhecimento específico e arguição sobre o pré-projeto de pesquisa e currículo. Podem se inscrever os candidatos que concluíram curso superior de Graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
O Mestrado em Desenvolvimento e Políticas Públicas é interdisciplinar, cujo corpo docente permanente é composto de professores de diversas áreas como Sociologia, Economia, Direito, Administração, entre outras.

Mais informações nos editais 801/UFFS/2015 e 804/UFFS/2015.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

TURISMO MISSIONEIRO FOI DIVULGADO NA ABAV EM SP.

 Turismo missioneiro foi divulgado na ABAV em SP
28 de Setembro de 2015
Turismo missioneiro foi divulgado na ABAV em SP
Prefeito Junaro (direita), Diretor da Setel/RS e uma visitante da Rota do Taquar
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Nos dias 24 e 25 de setembro o diretor do Detur/Funmissões, prefeito Junaro Rambo Figueiredo, representou a região das Missões na 43ª ABAV - Expo Internacional de Turismo, realizada anualmente no Estado de São Paulo. Numa parceria com a Secretaria Estadual de Turismo, Esporte e Lazer (Setel/RS), os atrativos turísticos missioneiros foram propagados no estande da Secretaria, durante dois dias da feira, considerada uma das maiores e mais completas do setor, nas Américas e no Hemisfério Sul.

“Foi uma grande oportunidade de mostramos o valor das potencialidades e diversidades do turismo, evidenciado nos 26 municípios que fazem parte da Associação dos Municípios das Missões (AMM), além da troca de experiências com outras regiões, Estados e países”, ressaltou Junaro, que é prefeito de São Luiz Gonzaga.

O dirigente do Detur aproveitou a ocasião para convidar profissionais que atuam em diferentes áreas de fomento ao setor, para participarem da 1ª Conferência Missioneira de Turismo, que acontece em dezembro, na sede da AMM. Entre eles, o diretor de Turismo da Setel/RS, Abdon Barreto Filho, que fez questão de confirmar presença e garantir o apoio da Secretaria, na realização do evento.

**MATÉRIA DO SITE DA AMM

sábado, 26 de setembro de 2015

'" VEM PRA UFFS ".

"VEM PRA UFFS" - Campus Cerro Largo convida escolas para visita ao Campus

2015_09_24_vem_pra_uffs_380A Universidade Federal da Fronteira Sul – Campus Cerro Largo promoverá o “VEM PRA UFFS”, ocasião em que os estudantes da região terão a oportunidade de conhecer o espaço do Campus Cerro Largo e o que a universidade oferece em termos de acesso ao ensino superior público.
O evento será realizado no dia 09 de outubro de 2015, durante a EXPOCEL. A visita terá como ponto de partida o Parque Municipal de Exposições de Cerro Largo.
Para a escola participar é preciso realizar a inscrição no site da UFFS, AQUI. Serão disponibilizadas 400 vagas para visitação direta aos espaços da UFFS e interação com atividades programadas pela universidade, sendo escolhidas dez escolas, com no máximo 40 vagas (incluindo alunos, professores, funcionários) para cada uma delas, com preferência para Ensino Médio e escolas públicas. A inscrição não garante a visita. As escolas serão selecionadas por ordem de inscrição e pelos critérios de ensino médio e escola pública.
O período de inscrições é de 24 a 29 de setembro de 2015.
No dia 02 de outubro será divulgado o resultado das escolas contempladas, que também serão informadas por e-mail e telefone.
Todas as escolas da região estão convidadas a visitar o estande e a participar das atividades da UFFS na EXPOCEL, durante os quatro dias de feira.
VEM PRA UFFS! Conheça a universidade que vai fazer parte do seu futuro !
WWW.UFFS.EDU.BR

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

FOLHA DA PRODUÇÃO.



TODOS PRECISAM SABER A VERDADE .

Todos precisam saber a verdade
24 de Setembro de 2015
Todos precisam saber a verdade
Prefeito Angelo Fabiam Duarte Thomas/Presidente da AMM

Artigo do presidente da AMM sobre a real situação financeira e apreensiva que vivem os municípios missioneiros

Participo ativamente do cotidiano administrativo municipal desde 2005. E durante estes dez anos, nunca convivemos com um cenário tão dramático e tão injusto como este que estamos vivenciando. Suportamos períodos de secas, chuvas em excesso, granizo, epidemias, situações de emergência ou de calamidade, tecnicamente avaliadas e reconhecidas; mas nada se compara a atual situação das prefeituras. E pelo que nos contam gestores de outras épocas, concluímos que jamais houve momento de tamanha apreensão e instabilidade na gestão municipal.

Falo da crise financeira, gerada principalmente pelo atraso e defasagem dos repasses de recursos por parte do Estado e da União. A bem da verdade, pontualidade nunca teve, e os prefeitos sempre 'absorveram' prejuízos decorrentes desta desídia institucionalizada. Ocorre que a defasagem, em diversos programas, completa aniversário(s), e o atraso continua aumentando sucessivamente. Simplesmente, as dívidas não são pagas, obrigando os municípios a buscarem outras alternativas para sobreviver.

Não ignoramos o caráter cíclico de muitos períodos difíceis, tampouco perdemos a fé na reversão desse quadro, mas a realidade é muito dura, e as comunidades precisam tomar conhecimento desta situação, sem qualquer reserva de informações. Todos precisam saber a verdade, o mais rápido possível.

Não geramos esta crise. Somos fiscalizados, auditados e cumprimos lei de responsabilidade fiscal. Hoje, quando se fala em crise, os municípios são os mais prejudicados, em todos os sentidos. A União e os Estados possuem megaestrutura de apoio, e no que se refere ao cotidiano dos munícipes, são figuras político-administrativas abstratas, distantes da realidade das comunidades. Diferentemente dos municípios, e dos prefeitos, que estão em contato direto com a população.

Existe outra crise no Brasil, além da política e financeira, que abala a relação federativa: a crise de responsabilidade. Em pleno século XXI, ainda é atual o ditado popular: União e Estados não cumprem suas obrigações, e a corda rompe no lado mais fraco. Isso diminui a importância de quem procura cuidar do espaço sagrado onde se vive a vida, onde se produz, onde os impostos são pagos, onde os serviços públicos e privados são prestados, que são os territórios municipais.

É claro que a população também precisa saber que esta injustiça não vem de hoje. São décadas de exploração. Não fosse a atuação firme das entidades municipalistas, como a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a Federação das Associações de Municípios do RS (FAMURS) e a Associação de Municípios das Missões (AMM), revertendo quadros desfavoráveis, cobrando o reequilíbrio nos repasses, fiscalizando projetos de Lei, 80%, das prefeituras já teriam fechado as portas por falência total. Todas, talvez.
Recentemente, a AMM publicou estudo revelando que as perdas acumuladas em desfavor dos municípios da região, já haviam ultrapassado R$ 2 bilhões. Fundo de Participação dos Municípios (FPM) mitigado, desonerações fiscais, restos a pagar, atrasos nas transferências constitucionais, somente para exemplificar alguns pontos. Sem exageros, teríamos uma nova região, se esses recursos não nos fossem negados.

Nesta semana, a FAMURS divulgou dados ainda mais preocupantes. As estimativas de repasse do FPM e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os municípios não irão se confirmar conforme o inicialmente projetado. O rombo? R$ 21 milhões a menos, para as 26 prefeituras das Missões somente em 2015. O que parecia impossível se confirmou: o que estava ruim, piorou.

Os gestores planejam o ano e assumem compromissos, como os reajustes salariais e os contratos de obras públicas, mas como pagarão se não recebem os recursos a que tem direito? Como manterão os programas do Estado e da União, que executamos mediante convênio, se os valores estão totalmente defasados e há meses não são pagos? Como prover a merenda escolar, recebendo R$ 0,30 por aluno/dia?

E o que dizer do bolo tributário nacional? Mesmo deixando de pagar o que os municípios têm a receber, Estado e União levam juntos 82% dos tributos brasileiros. Quem faz a vida acontecer fica com 18%, e os demais levam 4 vezes mais.

Considerando estes fatores e dados, se mesmo assim as prefeituras estão em pé, é porque muito lutam as prefeitas e os prefeitos. Inovam, diminuem gastos, trabalham efetivamente na gestão da crise. Os resultados positivos alcançados decorrem da rapidez no diagnóstico, nas ações implementadas e da coragem em reagir, muitas vezes cortando na própria carne.

Ultimamente, o que se diz é que os melhores exemplos de gestão pública estão nos municípios, justamente porque estamos enfrentando em pé este cenário de crise. Apesar de tudo o que nos devem, nenhuma prefeitura fechou as portas. Mas alertamos: se nossos 'primos ricos' não cumprirem com os seus papéis, pagando o que nos devem, infelizmente, mesmo com todo o trabalho realizado, o pior poderá acontecer.

Por tudo isso, precisamos da confiança e da força da população missioneira para que possamos seguir em frente, sem esmorecer em nossa constante luta pelo desenvolvimento regional.

Por Angelo Fabiam Duarte Thomas, presidente da Associação dos Municípios das Missões (AMM) e prefeito de Giruá

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

NOTA OFICIAL DA AMM.

NOTA OFICIAL DA AMM

23 de Setembro de 2015

A Associação dos Municípios das Missões – AMM , em assembleia realizada no último dia 18 de setembro, decidiu, por voto unânime dos Prefeitos e Prefeitas, 1) manifestar apoio e adesão ao denominado “Movimento do Bolo” , deflagrado pela FAMURS e apoiado pela CNM; 2) paralisar as atividades nas Prefeituras no dia 25 de setembro; e 3) realizar atos regionais de mobilização, junto a Universidade Federal Fronteira Sul – UFFS (em Cerro Largo, às 13h30min do dia 25/09) e no trevo de acesso a Entre-Ijuís (às 14hs do dia 25/09).

As Prefeituras não possuem mais condições de prosseguirem dando cobertura financeira a defasagem e aos atrasos que se acumulam por parte da União e do Estado do Rio Grande do Sul. É preciso sensibilizar a sociedade missioneira e unir forças para que os Municípios recebam aquilo que é de direito, principalmente as pendências nas áreas da saúde, educação e assistência social. Cada uma das Prefeituras possui dinheiro a receber, e isso inviabiliza os investimentos locais e a própria gestão.

O foco principal da mobilização é despertar a atenção da região para a construção de um Pacto Federativo honesto, justo e que seja cumprido por todos. Lamentavelmente, de todo o bolo tributário nacional os municípios brasileiros ficam com apenas 18%. Os Estados com 25%, e a União com 57%. Os missioneiros, trabalham, produzem, contribuem ativamente para o desenvolvimento, mas Porto Alegre e Brasília levam 82% do bolo tributário nacional. Aceitaremos isso até quando?

O movimento já conta com o apoio de mais de 450 municípios, e dezenas de associações regionais. E nós, missioneiros, cumpriremos exemplarmente o nosso papel. Na presença do Presidente da FAMURS, Luis Carlos Folador, os Prefeitos e Prefeitas das Missões propuseram um grande ato estadual; esta proposta foi aceita, já tem a adesão de 90% dos municípios gaúchos e poderá ser uma das mais impactantes ações municipalistas já realizadas: o movimento do bolo, no dia 25/09.

Os Prefeitos e Prefeitas lutam por melhores condições de desenvolvimento das comunidades. Lutam por você. Apoie esta causa!

ANGELO FABIAM DUARTE THOMAS
Presidente da AMM 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

PRESIDENTE DA AMM EM BRASILIA.

Nesta semana, entre os dias 21 a 23/9, o presidente da Associação dos Municípios das Missões (AMM), Angelo Fabiam Duarte Thomas, esteve na Capital federal convidando e dialogando com autoridades, em apoio à 1ª Conferência Missioneira de Turismo, que acontece em dezembro deste ano, na região das Missões.

Conforme entendimento com a representação da Bancada Gaúcha no Congresso Nacional, coordenada pelo deputado federal, Giovani Cherini, possivelmente no próximo mês de outubro, será aberto espaço para a AMM explanar detalhes sobre a organização do evento, a todos os parlamentares do Estado, deputados federais e senadores.

“O fórum da Bancada Gaúcha é palco de relevantes debates, em fortalecimento das ações dos municípios nos mais diversos setores. Estamos contentes e na expectativa da confirmação desta oportunidade de apresentarmos o formato da nossa Conferência, que vai exaltar as potencialidades turísticas das 26 cidades missioneiras”, ressaltou Thomas, que é prefeito de Giruá.

O dirigente da Associação dos Municípios das Missões também esteve no Ministério do Turismo, solicitando representação no evento, que será no dia 1º de dezembro, na sede da AMM, em Cerro Largo. Além de autoridades federais e estaduais, integrantes de diferentes segmentos do turismo estão participando da 1ª Conferência Missioneira de Turismo, que propõe resultados positivos e inovadores direcionados a pequenos, médios e grandes empreendedores.

Por Karin Schmidt
Fonte: Assessora de Imprensa AMM

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

AMM CONFIRMA ADESÃO DAS PREFEITURAS NA PARALISAÇÃO ESTADUAL.

Paralisação estadual dia 25/09: AMM confirma adesão das prefeituras e ato regional

21 de Setembro de 2015

Nesta data todas as prefeituras do RS devem estar fechadas.  Reunião com a bancada gaúcha estão entre outras medidas da AMM, em apoio aos pleitos missioneiros

Em assembleia mensal da Associação dos Municípios das Missões (AMM) realizada na manhã de sexta-feira (18/9), foram definidos os atos que serão promovidos na região em adesão a paralisação que ocorre simultaneamente em todo Estado, nesta semana, dia 25, com o tema “Movimento do Bolo Tributário e da Crise Financeira dos Municípios”. Segundo a Famurs, em 2015, os municípios sofrerão um prejuízo de R$ 776 milhões nos repasses do ICMS e do FPM. Outro problema que agrava essa situação é a concentração de recursos nos governos estadual e federal. Atualmente, apenas 18% das receitas do bolo tributário são destinadas para as prefeituras. A União fica com a maior fatia, 57%, enquanto os Estados recebem 25% do bolo. De acordo com a Federação, até o momento, mais de 425 prefeituras gaúchas confirmaram adesão ao manifesto estadual.

Conforme estabelecido no encontro, na região das Missões deverão ser adotadas as seguintes medidas neste dia de protesto no RS:

1) Fechamento das prefeituras, seguindo a orientação da Famurs;

2) Ato simbólico de "partilha do bolo tributário" em frente a uma instituição de ensino da região,
simbolizando o desejo da AMM em ampliar os repasses financeiros para as mais diversas áreas de atuação governamental;

3) Mobilização em rodovia federal com manifestação dos prefeitos, prefeitas, vices, e servidores municipais direcionada aos condutores e passageiros de veículos que estarão transitando no local. Simbolicamente, as pessoas receberão uma fatia do bolo e informações sobre o movimento, representando o anseio da AMM em poder ter uma fatia maior dos tributos brasileiros, e assim trabalhar com melhores condições para o desenvolvimento regional.

Mensagem Educativa
Serão ações impactantes, mas a Associação dos Municípios das Missões optou por transmitir a mensagem de forma a respeitar os compromissos, e o tempo de cada cidadão. "Num ato pacífico, de sensibilização e informação, vamos abordar as pessoas, entregar os materiais explicativos, e esclarecer o motivo da nossa mobilização”, explicou Angelo Fabiam Duarte Thomas, dirigente da AMM. Ele acrescentou que a população precisa estar ciente do quanto poderia ser investido nos setores de saúde, educação, infraestrutura, agricultura, assistência social, mas não é possível, porque os municípios recebem a menor fatia do bolo tributário da União.

Apoiadores
Vereadores que estavam presentes na assembleia garantiram que a Associação do Legislativo das Missões (ALM) também estará representada e somará esforços com a AMM, nos atos do dia 25 de setembro. O mesmo compromisso foi firmado pelo deputado estadual, Eduardo Loureiro, presidente da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa, de que estará ao lado dos gestores missioneiros em mais este importante movimento em defesa das lutas municipalistas, principal bandeira da Comissão que preside.

Primeira mobilização
Thomas, que é prefeito de Giruá, lembrou que a iniciativa da Famurs, em parceria com a CNM, surgiu a partir da mobilização da AMM, por ter sido a primeira associação regional gaúcha que fechou todas as prefeituras e organizou um grande ato regional, com coletiva de imprensa, no último dia 2/9, na sede da entidade, em protesto contra a crise econômica. “O presidente da Famurs esteve presente em nosso evento, e reconheceu a necessidade de estender a paralisação a todos os municípios do RS, como forma de chamar atenção para o nosso Estado”, contou Fabiam, ao enfatizar: O novo Pacto Federativo só vai acontecer se toda a sociedade estiver unida, motivando a perseverança dos prefeitos”.

Bancada gaúcha
Além da mobilização coletiva dia 25, o colegiado de gestores deliberou outra importante medida na busca de alternativas à grave situação financeira, especialmente nas Missões. Por sugestão do prefeito de São Nicolau, Benone Dias, que teve aprovação por unanimidade de todos os participantes, a bancada gaúcha será convidada para uma reunião na região. O objetivo será externar as reivindicações e cobrar apoio dos parlamentares e senadores, eleitos representantes das lutas municipalistas no Congresso Nacional, Senado Federal e na Assembleia Legislativa, também com votos conquistados na região missioneira. “Por que deputados e senadores não têm vindo mais à nossa região? Como eles estão se posicionando e votando as pautas dos municípios? Questionou Benone, se referindo ao fato de que agora, em momento de crise, é que os gestores precisam do reforço e presença física dos parlamentares e senadores gaúchos.
Destaque cultural
As reuniões mensais da AMM não são norteadas somente por debates políticos, mas também por eventos que exaltam as potencialidades culturais da região. Acompanhadas do presidente da Feira, Felipe Nedel e do prefeito René Nedel, as soberanas da 11ª Expocel, que ocorre entre os dias 8 a 12 de outubro, no Parque de Exposições de Cerro Largo, com muita alegria e orgulho, fizeram o convite para a grande festas que oferece programação diversificada com shows artísticos e musicais; artesanato; feira de produtos da agricultura familiar, entre outros. Também o prefeito de São Luiz Gonzaga, Junaro Rambo Figueiredo, aproveitou o encontro e reiterou o convite para a abertura oficial da Expo São Luiz 2015, dia 30/9, às 19h30 minutos, no Parque de Exposições do município.

Na reunião, também foi apresentada pelo presidente da AMM e pelo diretor do Detur, a  revista sobre a região das Missões, que está sendo custeada pela Funmissões, e nos próximos dez dias serão distribuídos exemplares aos 26 municípios missioneiros.

A próxima assembleia extraordinária da Associação dos Municípios das Missões será dia 9 de outubro, na sede da entidade, em Cerro Largo, dentro das festividades da Expocel.

Por Karin Schmidt
Fonte: Assessoria de imprensa AMM

domingo, 20 de setembro de 2015

REPRESENTANTES DA POLICIA CIVIL PEDEM AUXILIO DA AMM.

Representantes da Polícia Civil pedem auxílio da AMM

20 de Setembro de 2015
Representantes da Polícia Civil pedem auxílio da AMM
Reivindicação está diretamente ligada à segurança da população missioneira

A credibilidade e força política da Associação dos Municípios das Missões (AMM), tem se propagado cada vez mais. Em quase 50 anos de existência, integrantes de diferentes setores já buscaram apoio da entidade junto aos governos federal e estadual. E na assembleia de sexta-feira (18/9) foram os servidores da Polícia Civil que participaram, e solicitaram a intervenção da Associação para a manutenção do calendário de recomposição, que já foi garantido à categoria até 2018, mas, conforme dispõe o Projeto de Lei Complementar (PLC) 206/2015, pode ser retirado.

Representante da Associação dos Delegados de Polícia (ASDEP), e da 13ª Região Policial, Marcus Vinicius da Silva pediu apoio da AMM pela rejeição do PLC, destacando que não se trata de um pleito corporativo, pois está diretamente relacionado à segurança pública dos munícipes. “Sabemos da grande legitimidade da Associação, que não se filia a nenhum partido ou governo, por isso viemos conversar com os prefeitos. O que reivindicamos não é aumento salarial, mas a manutenção de um direito conquistado com muita luta", salientou, ao explanar que se estas alterações legislativas forem aprovadas poderão acarretar no desânimo de profissionais da área, prejudicando a qualidade dos serviços prestados nos 26 municípios missioneiros.

Segundo ele, os índices de criminalidade na região das Missões estão entre os mais baixos do RS. “Isso se deve ao trabalho de eficiência desempenhado pelos agentes da Polícia Civil, Delegados de Polícia, e também pela Brigada Militar. Já tive oportunidade de exercer minha função na região Metropolitana, Porto Alegre e em outras regiões do Estado. Posso assegurar que as Missões está muito bem assistida na área de segurança pública”, pontou.

Questão de dignidade
Marcus Vinicius, que atua como delegado em Cerro Largo, disse ainda que esta foi uma luta intensa da categoria, com êxito obtido em exercícios anteriores. “Não falo de privilégios, mas de uma recomposição de dignidade das nossas funções, lembrando que quando se faz acordo não é com um governo, mas com o Estado do Rio Grande do Sul, independente de partidos”, ressaltou.
Ele relatou que delegados de polícia sobrevivem unicamente com subsídios, sem outras remunerações. “Trabalhamos a noite e não temos adicional noturno; trabalhamos em regime de sobreaviso muitas vezes acumulando 80 horas direto; outras vezes passamos o fim de semana inteiro de plantão respondendo por várias cidades da região, mas não recebemos absolutamente nada a mais, nenhum tipo de adicional por estes serviços”, contextualizou.

PLC 206
O PLC 206 funciona como uma Lei de Responsabilidade Fiscal estadual, que tem vários dispositivos. Mas o que mais preocupa os servidores é o artigo 6º, onde diz que será considerada não autorizada, irregular e lesiva ao patrimônio público geração de despesas ou assunção de obrigação que não atenda ao disposto nesta Lei Complementar; e cita que igualmente é nulo de pleno direito o ato que estabeleça aumento ou reposição salarial, a ser implementado a partir do início do período de 180 dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder, órgão ou entidade.
De acordo com Marcus Vinicius, na prática, significa que todos aqueles calendários que os delegados de polícia e agentes da segurança pública (policiais civis) receber, são considerados nulos.
Injustiça histórica
Entre as outras razões elencadas pela categoria é que, todo este calendário até 2018 já se incorporou ao patrimônio dos agentes da polícia civil e dos delegados de polícia. Marcus evidenciou que esta recomposição veio justamente para corrigir uma injustiça histórica com a polícia civil. “Durante muito tempo passamos com vencimentos muito aquém daquilo que realmente é digno da atuação policial. Estamos fazendo nosso trabalho, que tanto amamos, e precisamos ser respeitados, inclusive com a garantia de nossas conquistas já consolidadas”, argumentou o delegado, e reiterou: “somente assim vamos poder seguir o nosso lema que é Servir e Proteger”.

Moção de Apoio
Presidente da AMM e prefeito de Giruá, Angelo Fabiam Duarte Thomas entregou para a representação de delegados a moção de apoio da Associação, aprovada por unanimidade pelos prefeitos missioneiros, manifestando respeito, apoio e solidariedade à proposta de apresentação de emenda ao PLC 206. “Para que se cumpra pelo Estado o que já foi pactuado, nossa Associação defende a alteração da redação deste Projeto de Lei Complementar, a fim de assegurar que não sejam afetados os direitos de aumento ou reposição salarial, já firmados e garantidos aos servidores estaduais em normas anteriores”, frisou o dirigente da AMM.

Também integraram a comitiva os delegados de polícia de Ijuí, Cruz Alta, Santo Ângelo, São Luiz Gonzaga e Giruá. “Me comprometo em garantir que a motivação dos nossos policiais, agentes e delegados, vai continuar muito alta neste trabalho executado com excelência na região das Missões”, enfatizou Marcus Vinicius da Silva.

site AMM

sábado, 19 de setembro de 2015

DEFINIDO TEMA DA 1ª. CONFERÊNCIA MISSIONEIRA DE TURISMO.

Definido tema da 1ª Conferência Missioneira de Turismo
19 de Setembro de 2015
Evento propõe oportunidades de empreendedorismo para investimentos em todos os segmentos de fomento ao setor

Está em pleno andamento a organização da 1ª Conferência Missioneira de Turismo que vai acontecer na sede da Associação dos Municípios das Missões (AMM), em Cerro Largo, dia 1º dezembro, a partir das 9 horas da manha, com encerramento previsto para o final da tarde. “Turismo Fonte de Desenvolvimento Sustentável”, será o tema que vai permear o evento. Além de evidenciar as potencialidades dos 26 municípios da região, a iniciativa visa incentivar e otimizar oportunidades de investimentos em todos segmentos de ampliação do setor.

Com enfoque no empreendedorismo missioneiro serão abordados casos de sucesso em turismo de eventos, cultural, histórico, gastronômico, religioso, esportes e aventura, ecológico, turismo rural, mostrando que é possível transformar a propriedade num local turístico, além de ser um meio de fortalecimento da agroindústria familiar, entre outros exemplos, que podem ser desenvolvidos nas Missões.
Durante assembleia da AMM/Funmissões, o diretor do Detur, e prefeito de São Luiz Gonzaga, Junaro Rambo Figueiredo, que está coordenando o grupo de trabalho designado para atuar no planejamento da Conferência, informou que próxima reunião do Departamento de Turismo, dia 1 de outubro, dentro das festividades da Expo São Luiz 2015, serão apresentadas as primeiras etapas de formatação do evento.

Novos caminhos
Ele adiantou que estão sendo convidados representantes do Ministério do Turismo, Secretaria Estadual de Turismo, rede hoteleira, empreendedores missioneiros e de outras regiões do RS, que estarão não apenas ministrando, mas interagindo com os participantes de forma simples e dinâmica. “A proposta não é somente motivar, mas fazer com que as pessoas saiam da conferência com alternativas viáveis, na certeza de que podem ampliar e trilhar novos caminhos, visualizando o turismo como uma excelente fonte de geração de renda”, destacou Junaro.

Autoridades federais
Nesta semana, o presidente da AMM, Angelo Fabiam Duarte Thomas, estará cumprindo agenda em Brasília e vai estabelecer os contatos iniciais com o Ministério do Turismo, demais órgãos e autoridades, objetivando a participação na Conferência. “Como o destino Missões é uma das principais regiões turísticas do Estado, é importante e estratégica a presença em nosso evento, das mais altas autoridades a nível nacional”, observou Fabiam Thomas.

Parceria imprescindível
O dirigente do Detur pediu apoio de todos os colegas prefeitos para que mobilizem suas equipes, Conselhos Municipais de Turismo, agricultores, associações comerciais e comunidades. “Temos que unir forças, prefeituras, iniciativa privada e população. Esta parceria será fundamental para garantir o sucesso da 1ª Conferência Missioneira de Turismo, com resultados positivos que podem ser incrementados em toda a região”, estimulou Junaro Rambo Figueiredo.

Por Karin Schmidt
Fonte: Assessoria de imprensa AMM

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

UFFS PROMOVE 7º. SIUC AQUI EM CERRO LARGO.

A Universidade Federal da Fronteira Sul Campus Cerro Largo convida para a sétima edição Seminário de Interação entre Universidade e Comunidade (SIUC), que realizar-se-á no dia 17 de setembro.

O evento trata-se de um seminário realizado anualmente pelo Campus Cerro Largo desde 2010, com a ampla participação da comunidade regional. O SIUC insere-se no propósito de ampliar o processo de diálogo com a comunidade regional, refletir sobre temas relevantes no cenário acadêmico e social, além de concretizar o papel da Universidade enquanto espaço de produção, circulação e socialização de conhecimentos.

Neste ano de 2015, a proposta do evento concentra-se na discussão do desenvolvimento regional e das políticas públicas, a partir da contribuição da educação, da agropecuária familiar e da gestão pública, com a realização de três painéis (Educação e Desenvolvimento; Agricultura e Desenvolvimento; Gestão pública e Desenvolvimento) e uma conferência principal que versará sobre Desenvolvimento e Políticas Públicas.

Confira a programação:

Tarde

- 13h30min - Painéis:

I. Educação e Desenvolvimento – Painelistas: Daniel Gorski e Rubens Tesche.
Mediador: Edemar Rotta
Local: Auditório do Seminário

II. Agricultura e Desenvolvimento – Painelistas: Gracialino Dias e Aládio Kotowski.
Mediador: Benedito Silva Neto
Local: Salão Paroquial

III. Gestão Pública e Desenvolvimento - Painelistas: José Roberto de Oliveira e Elton Mentges
Mediadora: Dionéia Dalcin
Local: Auditório do Bloco A

Noite
- 19h às 22h – Palestra com Eugenio Lagemann sobre o tema: “Desenvolvimento e Políticas Públicas”.
Local: Salão Paroquial

Atenciosamente
Assessoria de Comunicação (Ascom)
Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Campus Cerro Largo
Fone: 55 3359 3992
www.uffs.edu.br 


COLUNA DO JUREMIR -CORREIO DO POVO.

Folha de S. Paulo adere ao golpismo

Postado por Juremir em 16 de setembro de 2015 - Uncategorized
O jornal Folha de S. Paulo, junto com Jornal do Brasil, O Globo e O Estado de S. Paulo, foi um dos pilares da ditadura militar de 1964. A Folha ficou famosa por emprestar suas camionetes para a OBAN transportar gente a ser torturada. Nos últimos tempos, a Folha vinha tentando não mostrar muito apetite por um golpe branco no Brasil. Mas cachorro comedor de ovelha não tem jeito. No último domingo, o jornal de Otávio Frias Filho, num editorial intitulado “Última chance”, voltou às suas origens golpistas: pediu a renúncia da presidente Dilma Rousseff ou o corte de programas sociais: ”O país, contudo, não tem escolha. A presidente Dilma Rousseff tampouco: não lhe restará, caso se dobre sob o peso da crise, senão abandonar suas responsabilidades presidenciais e, eventualmente, o cargo que ocupa”.
Forçar um presidente eleito a renunciar em função da crise é uma forma de fazer o jogo de uma oposição incapaz de ter paciência para esperar a eleição seguinte. É a obsessão pelo atalho. A mídia brasileira não se contém mais. Empurra a própria oposição a ser mais radical. A Folha de S. Paulo elegeu o seu bode expiatório: “A contenção de despesas deve se concentrar em benefícios perdulários da Previdência, cujas regras estão em descompasso não só com a conjuntura mas também com a evolução demográfica nacional. Deve mirar ainda subsídios a setores específicos da economia e desembolsos para parte dos programas sociais”. É uma confissão. A corrupção, que grassa e deve ser combatida, tem sido um pretexto para atacar o que realmente incomoda, os “desembolsos para programas sociais”. Eis.
Para salvar a turma dos camarotes, o editorial da Folha defendeu sacrificar a educação e a saúde: “As circunstâncias dramáticas também demandam uma desobrigação parcial e temporária de gastos compulsórios em saúde e educação, que se acompanharia de criteriosa revisão desses dispêndios no futuro”. Numa tentativa pífia de mostrar-se equilibrada, a Folha dispensa uma linha para aumentos de impostos com novas alíquotas “sobre a renda dos privilegiados”. Nada sobre taxar grandes fortunas ou pesar a mão sobre os lucros dos bancos. Nas redes sociais, o pau comeu. Simultaneamente, no site da Folha, quem clicou no malfadado editorial passou a receber a seguinte mensagem: “Erro 404 Desculpe, página não encontrada. A página que você procura não existe nos servidores da Folha de S. Paulo”.
Hummm!
No jogo de banco imobiliário da política brasileira, a oposição quer aproveitar a crise para chegar logo ao poder. Se fosse mais séria, ajudaria a equilibrar o país agora e se cacifaria para ganhar o próximo pleito. Do ponto de vista econômico, trata-se de aproveitar a situação para voltar várias casas atrás anulando o melhor dos governos petistas, a consolidação e ampliação dos programas sociais. A direita passou anos dizendo que não havia mais esquerda e direita. Nos últimos meses, desmentiu-se totalmente. Nunca a dicotomia esquerda e direita foi tão forte no Brasil no século XXI. O PT não é esquerda?
Não. Mas o que fez de melhor, na mira da direita, era.
No passado, o PT fez discurso moralista e atrapalhou os negócios seculares.
Ninguém o perdoa por isso.
Depois, entrou nos eixos e passou a fazer como todos.
Se não tivesse prejudicado as transações do passado e não tivesse mania de programas sociais, teria sido perdoado, faria parte do clube como qualquer um e viveria tranquilamente no reino encantado da corrupção. Não é o seu presente que incomoda os seus adversários, mas o seu passado.
O PT mudou. Para pior.
Só a mídia não muda. Muitos menos para melhor.
Continua golpista.

UFFS COMPLETOU 6 ANOS DE ATIVIDADE.

6 anos de UFFS: nossa história está apenas no começo.

siteNesta terça-feira, dia 15 de setembro, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) comemorou seus seis anos de fundação. Nesta data, em 2009, a Lei 12.029 criou a Universidade e no dia 15 de outubro daquele ano, o primeiro reitor pro tempore foi nomeado.

Diferente da maioria das universidade federais, a UFFS já nasceu grande, com cinco campi, sendo em Chapecó, em Santa Catarina, com o campus sede – onde está instalada a Reitoria, Laranjeiras do Sul e Realeza, no Paraná, Cerro Largo e Erechim, no Rio Grande do Sul. O início das aulas aconteceu em março de 2010 com 1885 alunos no total dos campi.
De lá pra cá, muitos avanços. Hoje a Universidade já tem seis campi (o Campus Passo Fundo foi criado em 2013), aproximadamente 8 mil alunos e 44 cursos de graduação, 8 cursos de mestrado stricto sensu, 9 cursos de pós-graduação lato sensu e 29 programas de residências médicas. Cinco campi já funcionam em suas estruturas definitivas. Os investimentos em prédios próprios, nesse período, ultrapassam o montante de R$ 280 milhões.
Além de infraestrutura como salas de aulas, salas de professores e restaurantes universitários, os campi também contam com estruturas de laboratórios e áreas experimentais que perfazem uma área de mais de 1,7 milhão de metros quadrados.

Impacto cultural, científico e tecnológico
Para o Reitor eleito, Jaime Giolo, a grande contribuição da UFFS é a interiorização das oportunidades de ensino público e de qualidade. Soma-se a isso, a contribuição em desenvolvimento científico e cultural proporcionado pelos programas e projetos desenvolvidos pelos docentes, técnicos e estudantes. “Atualmente temos em torno de 600 docentes, sendo que mais de 52% tem doutorado. O alto nível de capacitação aliado ao regime de contratação, quase 100% em dedicação exclusiva, permite à região contar com a possibilidade ímpar de pensar sobre si mesma e seu desenvolvimento regional, impensáveis antes da Fronteira Sul”, afirma Giolo.
Giolo ainda ressalta a qualificação do quadro de profissionais técnico-administrativos. “Concursamos apenas cargos em níveis D e E, o que significa que nossos profissionais têm uma formação bastante sólida, muitos já portando, inclusive, títulos de mestres e doutores”.
Outro ponto factual é a expansão da pós-graduação e dos cursos de Medicina. “Hoje somos uma das poucas Universidades públicas da região com 8 cursos de mestrado gratuitos, além de diversos cursos de especialização lato sensu. Isso, sem dúvida, é um grande diferencial e um impacto forte na região. Além disso, em pouco tempo, já possuímos dois cursos de Medicina, o que nos coloca no cenário nacional no âmbito da melhoria, a curto prazo, do sistema de saúde público”, destaca.

Impacto econômico
Para mensurar o impacto econômico da Instituição na região da Fronteira Sul, o Reitor comenta sobre o orçamento. “O orçamento da Instituição, contando folha de pagamento e recursos para investimento e custeio, é acima de R$ 200 milhões por ano. Muitos desses recursos circulam na comunidade, somando-se, de forma impactante, aos investimentos econômicos já existentes”.
Além disso, Giolo também lembra o quantitativo de empregos diretos gerados pela UFFS, que chega a 1500. “Ainda, em 2014, iniciamos o processo de integrar ao mercado regional os profissionais formados na Universidade em uma quantidade ampla de profissões”, finaliza.
Para celebrar os 6 anos e também a finalização da gestão pro tempore (onde os nomes de Reitor e Vice-reitor eram indicações do Ministério da Educação) a UFFS prepara, para o próximo dia 25 de setembro a solenidade de posse institucional da nova gestão, indicada por voto secreto pela comunidade acadêmica em maio de 2015.
Na oportunidade, o primeiro Reitor pro tempore da UFFS, Dilvo Ristoff, será homenageado com o título Professor Honoris Causa. A cerimônia será no dia 25 de setembro, às 19h, no Clube Recreativo Chapecoense.

www.uffs.edu.br

terça-feira, 15 de setembro de 2015

OPERAÇÃO ZELOTES .


COLUNAS DO JUREMIR MACHADO DA SILVA -CORREIO DO POVO.

Postado por Juremir em 15 de setembro de 2015 - Uncategorized
Até as baratas sabem que a corrupção no Brasil tem por base o financiamento empresarial de campanha.
A chave para entender essa relação promíscua é a célebre tirada liberal: não existe almoço grátis.
Quem paga a conta passada, cobra serviços e favores futuros.
O Senado aprovou uma reforma eleitoral boa demais para ser levada a sério.
Acabou com o financiamento empresarial, liquidou as coligações nas proporcionais, que alimentam as siglas de aluguel e permitem a eleição de candidatos menos votados do que outros, e estabeleceu uma barreira ao acesso aos recursos do fundo partidário. Só nove partidos passam nessa peneira.
A Câmara de Deputados derrubou tudo.
E piorou a situação criando o financiamento empresarial oculto. A empresa doará para o partido sem que se possa saber em qual candidato botou o seu dinheiro. Era o sonho dos políticos: receber dinheiro de empresas sem que o eleitor possa identificar a relação direta entre um candidato e uma pessoa jurídica.
Adeus à possibilidade de provar que o candidato A é financiando pela empresa B para defender seus interesses. O candidato fica protegido. Recebe do partido. É um faz de conta que salva da cadeia.
Eduardo Cunha manipula o antipetismo, fundamento ideológico dos pedidos de impeachment contra Dilma, e fica autorizado a destruir a República pelos bons serviços prestados ao golpismo.
PMDB e PSDB fomentam o golpe, fingem lutar contra a corrupção e, como todos, são beneficiados por um novo sistema que fortalece o toma-lá-dá-cá entre empresas e políticos e salva os eleitos de qualquer responsabilidade. Quem responde é o partido. É a consagração do “eu não sabia”.
Eduardo Cunha é o que o Brasil tem de pior.
Severino Cavalcanti era oásis de moralidade perto de Cunha.
Ferrou!

Postado por Juremir em 14 de setembro de 2015 - Uncategorized
Hoje tem audiência pública sobre a Operação Zelotes na capital gaúcha. É a investigação, sob a responsabilidade do procurador Frederico Paiva, que trata do pagamento de propinas por empresas para economizar com a Receita Federal. Na lista estão empresas gaúchas: RBS, Gerdau e Marcopolo. A RBS teria pago R$ 15 milhões por fora para não ter de entregar R$ 150 milhões ao fisco. O rombo apurado pela Zelotes bota o da Lava-Jato no chinelo: mais de R$ 600 bilhões. Tenho acompanhado de perto, como jornalista, a Zelotes. Já fizemos entrevista no Esfera Pública, da Rádio Guaíba, com o procurador Paiva.
Eu fui o primeiro a informar, no twitter, que um gaúcho seria citado na rede da Zelotes. Sabia que era Augusto Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União, o homem que quer pedalar Dilma Rousseff da presidência da República para alegria da oposição. Eu soube disso logo depois das diligências feitas na pacata cidade de Santo Ângelo.Por prudência jornalística, dei as pistas, mas não o nome, em seguida citado pela revista CartaCapital, pelo blogue Cafezinho e depois noticiado pelos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo. A mídia tentou, mas não conseguiu guardar a notícia no cofre.
A Zelotes mexe num pulgueiro. Muita gente boa acha que sonegar não é crime. Nas manifestações verde-amarelas contra Dilma, em março, abril e agosto, havia cartazes defendendo que sonegar é ato de legítima defesa. O assunto dificilmente chega às manchetes dos telejornais globais. Mesmos os parlamentares não se ocupam dele. A grande exceção é deputado gaúcho Paulo Pimenta (PT).
Felizmente o juiz Ricardo Augusto Soares Leite – que sentava em cima de todas as demandas do Ministério Público, como o pedido de prisão de 26 suspeitos – foi substituído. O procurador Frederico Paiva não estava com a “sorte” de contar com um juiz Sérgio Moro. Por que será?
Terá a ver com o fato de investigar poderosas empresas de comunicação?
Seis empresas integram a lista das favoritas para constar na relação das primeiras denunciadas pelo Ministério Público. A RBS e a Gerdau estão entre elas. Os céticos garantem que nenhum grã-fino conhecerá um par de algemas nem as instalações de uma prisão ao estilo paranaense. O buraco seria mais embaixo ou muito mais acima. O Brasil tornou-se um país tragicômico. Chora-se e ri ao mesmo tempo. Convulsivamente. Investigadores são investigados. Moralistas não têm moral. Controladores de contas passam a ser controlados pela análise do que passaram ou apagaram. Ninguém parece escapar. O olhar da mídia, contudo, é bastante seletivo. O bacana seria juntar a Zelotes e a Lava-Jato numa purificação total da nação. Os que se entusiasmam com a Lava-Jato tendem, contudo, a não sentir tesão pela Zelotes.
A Lava-Jato detonou a relação dos políticos com as empreiteiras. A Zelotes traz à tona as nada republicanas relações de empresas de ramos variados com intermediários para sangrar o tesouro nacional pela burla à Receita Federal. Sem políticos na jogada, a mídia perde um pouco do interesse pela novela. Com mídia na parada, o resto do interesse vai pelo ralo. Sonegar é como estupro. Cadeia.
Chegará o tempo utópico de ver atrás das grades os que sonegam impostos?


Postado por Juremir em 12 de setembro de 2015 - Uncategorized
Fico perplexo quando me acusam de ter partido.
Durante muitos anos, fui rotulado de direitista.
Os petistas faziam abaixo-assinado contra mim.
Fui o primeiro a escrever Lulla.
Em outro campo, fui colorado na infância.
Depois, quando era repórter no Grêmio, virei tricolor.
Voltei a ser colorado.
Agora, sou ex-colorado. Por quê? Porque nunca consegui ser clubista. A verdade me importa mais do que a filiação.
Sou infiel. Anarquista epistemológico.
Admiro o tradicionalismo gaúcho pelo seu caráter de agregador social. É Michel Maffesoli na veia: lógica do estar-junto, da vibração em comum, cultura do sentimento, cimento social, compartilhamento, comunhão, tribalismo, pós-modernidade.
Mas não aceito a ideologia conservadora subjacente. Como historiador, que estudou a Revolução Farroupilha como poucos, tendo debulhado 15 mil documentos e dissecado, como ninguém, a traição aos negros em Porongos, não posso negar o passado.
Não poderia o estar-junto tribal existir sem um mito fundador do passado?
Na política, vejo o Brasil atolado: PT, PMDB, PP, DEM e PSDB se equivalem. Critiquei o mensalão e, ao mesmo tempo, apontei os casuísmos do julgamento comandado por Joaquim Barbosa como a teoria do domínio do fato, que permite condenar por ilação. Quero condenações globais. Questiono: por que o mensalão tucano não é julgado? Busco coerência.
Quero os mesmos parâmetros para todos.
Critiquei o governo Tarso Genro por não pagar o piso do magistério.
Critico o governo Sartori por atrasar os salários do funcionalismo podendo não fazer isso.
Defendo os salários em dia do funcionalismo, mas sou a favor de mudanças na previdência estadual.
Todos devem ter o mesmo regime de previdência, até o teto do INSS mais aposentadoria complementar para quem quiser.
Sou a favor do aumento de impostos proposto por Sartori e da volta da CPMF desejada por Dilma.
Defendo um Estado forte, mas não me oponho à privatização de empresas estranhas ao papel do Estado.
Acho que o governo Dilma se atolou e que o PT deu os doces. O Brasil precisa refundar quase todos os seus partidos.
Até os nomes dessas siglas precisam desaparecer.
Mas até agora não vi provas que possam determinar o impeachment da presidente Dilma. Sou legalista, garantista, objetivista e desconfio do ativismo jurídico, do subjetivismo ideológico e da política que se toma por moralismo.
Abomino a corrupção petista, tucana, peemedebista, democrata, pepista e outra mais. Aplaudo as políticas sociais dos últimos anos. Em educação, foi uma revolução inclusiva. Nunca tantos pobres e não brancos tiveram tanto acesso à universidade.
Aceito todos os pontos de vista, mas não posso legitimar o uso da corrupção como mecanismo ideológico para derrubar Dilma não pelos ilícitos possíveis do seu partido, mas por ódio às políticas sociais herdadas dos governos Lula.
Derrubem Dilma pela corrupção, se houver provas da sua responsabilidade, não pelo bolsa-família, pelas cotas e pelo ProUni.
Sou múltiplo, complexo, polissêmico, plural, eclético, independente, espacial, transoceânico, o máximo.

Postado por Juremir em 10 de setembro de 2015 - Uncategorized
O governador José Ivo Sartori disse que de vaca morta não se tira leite. O Rio Grande do Sul é a vaca morta. Até o governador do Maranhão está tirando onda com nossa crise: não quer que o seu Estado se transforme num Rio Grande do Sul. A declaração de Sartori dá o que pensar. Vamos por partes no esquartejamento do animal. Das duas, uma: o candidato Sartori elegeu-se sem saber que a vaca tinha morrido e sem plano para ressuscitá-la, o que é muito grave, ou estava muito consciente da situação e tem um plano para encarecer o preço do leite que passa pela morte da vaca ou por fazer crer que ela bateu as botas.
Em outras palavras, Sartori sabia de menos ou sabe demais.
Eleger-se sem projeto para fazer a vaca voltar a dar leite ou sem saber da morte da vaca equivale a tratar a população como rebanho. Nesse sentido, o eleitor estaria encurralado. Votou numa suposta solução e agora fica sabendo que o problema era desconhecido do candidato. Se isso for verdade, o cidadão só tem algo a exclamar:
– A vaca foi pro brejo e morreu mesmo.
A outra possibilidade não é melhor. O candidato conhecia o estado de saúde da vaca e tem uma solução: declarar que ela está morta para forçar um tratamento de choque capaz de ressuscitá-la à custa da saúde coletiva. Se para fazer a vaca ficar novamente de quatro e dar leite for preciso deixar a população por algum tempo sem segurança, saúde e educação, o “doutor” de plantão topa a parada. Trata-se de um tratamento radical com a ingestão de doses cavalares, se o termo não for incompatível com a metáfora bovina, de leite contaminado. Digamos, uma espécie de vacina. O paciente reage ou se entrega de vez. O estranho do tratamento é que, por um lado, ele parece pretender atacar a causa, como deve ser, mas sem qualquer preocupação com os sintomas. Pela reforma estrutural, cujos efeitos são de longo prazo, não se preocupa com a dor de cabeça imediata.
Por outro lado, parece usar as dores de curto prazo como instrumento para forçar soluções de longo prazo. Acontece que o doente quer parar de sentir dor imediatamente e se curar. A sensação que dá é bizarra: Sartori quer leite sem vaca? Ou pretende tirar mais leite de uma vaca reencarnada? O homem comum tem uma única pergunta:
– Como fazer para a vaca voltar a dar leite?
Os leiteiros do governador sonham com diminuição do tamanho do Estado, privatizações, mudanças na previdência do funcionalismo público e aumento de impostos. Há quem diga que aumentar impostos é a melhor maneira de enterrar de vez a vaca atolada. O que vai rolar nesse campinho? Não adianta fechar a mangueira e jogar a chave na lagoa. Se a vaca está morta, dá para ouvir o berreiro da população sem leite. Espera-se do vaqueiro que ela saiba fazer o animal se levantar e dar leite. Até agora, o governo não mugiu nem tugiu com clareza. Fustiga a vaca, aperta-lhe as tetas ou puxa-a pelo rabo. No meio dessa confusão toda, com a vaca estatelada, o governo faz cara de paisagem. Será que está escondendo o leite para ganhar mingau?
**FALTA A COLUNA DE HOJE DO CORREIO DO POVO ( Aderindo ao Golpe)

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

II SEMANA ACADÊMICA DA BIOLOGIA DA UFFS.

Campus Cerro Largo: Curso de Ciências Biológicas realizará II Semana Acadêmica

A UFFS – Campus Cerro Largo realizará de 22 a 25 de setembro, a II Semana Acadêmica do Curso de Ciências Biológicas-Licenciatura.  
O evento tem o objetivo de contribuir para a disseminação de novos conhecimentos e tecnologias no campo das Ciências Biológicas, garantir a troca de experiências no âmbito científico entre pesquisadores e acadêmicos da área, instigar os acadêmicos na procura e descoberta por novas linhas de pensamento, além de proporcionar a realização de debates sobre temas atuais por meio de minicursos e palestras.
Dentre as atividades que serão desenvolvidas ao longo do evento, destaca-se a realização de palestras com importantes pesquisadores de diferentes áreas da Biologia, minicursos teórico-práticos, concurso fotográfico e mostra de materiais didático-pedagógicos.
A II Semana Acadêmica estará aberta para a participação de discentes da UFFS e de outras instituições de ensino superior (IES), professores da Educação Básica e de IES.
As inscrições deverão ser realizadas no período de 07 de setembro a 17 de setembro de 2015.

Consulte a programação e efetue a sua inscrição no site www.uffs.edu.br.

sábado, 12 de setembro de 2015

AMM/FUNMISSÕES PREPRARAM 1ª. CONFERÊNCIA MISSIONEIRA DE TURISMO.

AMM/Funmissões prepara a 1ª Conferência Missioneira de Turismo

Objetivo é valorizar e expandir as potencialidades turísticas dos 26 municípios da AMM

Cada reunião promovida mensalmente pelo Detur/Funmissões, independente das demandas abordadas, já é extremamente válida pela acolhida dos anfitriões, e troca de experiências entre os 26 municípios missioneiros, que acreditam na busca conjunta do desenvolvimento do turismo. Um exemplo ocorreu na quarta-feira (9/09), no Centro Germânico de São Pedro do Butiá, que sediou o encontro deste mês. Todos que chegavam ao local, que abriga uma das maiores estátuas do mundo, eram saudados em alemão por crianças com trajes típicos, que faziam questão de dar as boas-vindas, demonstrando no sorriso que a infraestrutura turística é importante, mas não o suficiente para tocar o coração dos visitantes.
“As reuniões do Detur são muito significativas, pois nos fazem pensar no turismo como um todo. É o momento de integração e conhecimento mútuo entre as pessoas que se empenham para o fortalecimento do setor”, salientou o vice-prefeito do município, Valter Seibert. Essa mesma dedicação é percebida nas reuniões realizadas nos demais municípios da Associação dos Municípios das Missões (AMM).

Casos de sucesso
Para incentivar, valorizar, mas principalmente criar opções de expansão do turismo empreendedor nos 26 municípios da região, a AMM, por meio do Departamento de Turismo da Funmissões, vai promover a 1ª Conferência Missioneira de Turismo, com data prevista para o dia 1º de dezembro deste ano, na sede da AMM. “Vamos trazer agentes de outras regiões gaúchas, outros Estados, mas especialmente da região missioneira, para apresentar casos de sucesso em iniciativas de pequeno, médio e grande porte, de fomento ao setor”, explicou o diretor do Detur, prefeito de São Luiz Gonzaga, Junaro Rambo Figueiredo. Na reunião foi formado o grupo de trabalho composto por representantes dos municípios de Roque Gonzales, São Pedro do Butiá, Pirapó, São Luiz Gonzaga, Sete de Setembro e São Nicolau, que já estão atuando na organização do evento.

Despertar das prefeituras
Presidente do Conselho Municipal de Turismo e ex-prefeito de São Pedro o Butiá, Pedro Birk evidenciou a importância do envolvimento de todos os gestores missioneiros para que o turismo seja consolidado na região. “Precisa haver um despertar dentro das prefeituras, do quanto vale a pena investir no turismo missioneiro, por ser uma das maiores alavancas da região. É assim que teremos o engajamento das comunidades, e da parceria público-privada, além do aumento no fluxo de turistas”, ressaltou.
Outros temas como a representação da região em eventos de turismo, tratativas com o Sebrae sobre consultoria nos municípios, também foram pauta em São Pedro do Butiá. Os participantes não foram muitos, em número, mas foram intensos na disposição de contribuir com o crescimento do turismo na região das Missões. Além disso, foram privilegiados com a apresentação, na parte interna da Estátua de São Pedro, do grupo Flauta Mágica, integrado por alunos da Escola Municipal São Francisco de Borja, da comunidade Butiá Inferior, que interpretou canções que se eternizaram no tempo.
Merece um destaque especial também a equipe organizadora do encontro, Velida Schneider, e a secretária municipal de Educação e Cultura, Celina Reisdorfer, que, mais uma vez, mostraram porque as pessoas sempre voltam para visitar São Pedro do Butiá.

site AMM.

ORGANIZAÇÃO DA FEIRA INTERNACIONAL MISSIONEIRA.

Organização da Feira Internacional Missioneira, marcou participação da AMM na reunião dos 30 Povos Jesuítico-Guarani 15 de Agosto de 2017...