sábado, 24 de outubro de 2015

AMM APOIA AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA OBRAS DO AEROPORTO REGIONAL.

AMM, AMGSR E AMUPLAM preparam mobilização para conclusão das obras do aeroporto regional de Santo Ângelo

Não há qualquer ligação aérea regular a partir destas três regiões, que reúnem 57 municípios com população estimada em 800 mil habitantes

Preocupados com o ritmo lento dos serviços de revitalização do aeroporto regional de Santo Ângelo, os presidentes das Associações dos Municípios das Missões - AMM, Angelo Fabiam Duarte Thomas (prefeito de Giruá), da Grande Santa Rosa - AMGSR, Olívio José Casali (prefeito de Três de Maio), e do Planalto Médio - AMUPLAM, Fioravante Batista Ballin (prefeito de Ijuí), irão promover audiência pública para debater ações propositivas.

A iniciativa prevê o envolvimento de autoridades e lideranças gaúchas que vão expor o projeto em questão, o estágio atual da obra, e construir alternativas conjuntas para a conclusão dos trabalhos, com segurança e qualidade, no menor espaço de tempo possível. O ato deve ocorrer no dia 13 de novembro, às 15 horas, na Universidade Regional Integrada – URI, em Santo Ângelo, mas esta data e horário serão confirmados ainda nesta semana, em razão da compatibilidade e ajustes de agendas.

Articulação macrorregional
Conforme explicou o dirigente da Associação dos Municípios das Missões, a motivação em retomar esta luta foi durante agenda da Famurs, em Ijuí, na semana passada. “Entendemos que seria necessária uma articulação macrorregional, pois o aeroporto regional de Santo Ângelo em pleno funcionamento, é fundamental para o desenvolvimento estratégico dos 57 municípios que compõem a AMM, AMGSR e AMUPLAM”, enfatizou Fabiam Thomas.

Atualmente não há qualquer ligação aérea regular a partir destas três regiões, que juntas formam uma população estimada em 800 mil habitantes. Por isso, a reabertura imediata do aeroporto de Santo Ângelo é imprescindível para que cessem os evidentes prejuízos contabilizados pela carência em mobilidade. Thomas evidenciou que a aceitação em priorizar os serviços no aeroporto missioneiro obteve consenso, justamente pela viabilidade em concluir as obras necessárias em menor prazo do que nas demais regiões. Contudo, o cronograma pactuado com as lideranças e com as comunidades regionais precisa ser respeitado.
“O preocupante atraso nas obras, além das notícias recorrentes acerca da paralisação ou diminuição no ritmo normal da execução, justifica-se nova mobilização macrorregional por parte das Associações”, fundamentou  o prefeito giruaense.

A audiência pública deverá contar também com a participação da Secretaria Estadual de Transportes e Mobilidade, Assembleia Legislativa, Prefeituras, Câmaras de Vereadores, órgãos de controle externo de gestão pública, Comudes, Coredes, associações comerciais, imprensa, universidades, empresários, e demais entidades representativas. “Com a soma de esforços de integrantes dos municípios da AMM, AMGSR, AMUPLAM, estamos antevendo uma grande mobilização, que trará os resultados pretendidos”, ressaltou o presidente da Associação dos Municípios das Missões.

Por Karin Schmidt
Fonte: Assessoria de Imprensa

2 comentários:

  1. A logística aeroportuária da região parece estar distorcida. Basta olhar um mapa e ver a centralidade de algumas cidades e o fluxo de rodovias e abrangência de municípios vizinhos para se perceber que os aeroportos macroregionais deveriam estar instalados ou em construção em Ijuí e Santa Rosa. Mas...
    Claudio Louzada SP - SP Consultor para o modal Aéreo.

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  2. O Aeroporto Regional – O que nos Espera a partir de 2016!

    As autoridades responsáveis pela construção e financiamento (Banco do Brasil) de um novo aeroporto precisam estar cientes que a indústria aérea regional brasileira passou por um processo rápido de mudança e adequação. Por motivos econômicos, de produção e principalmente por crescimento do tráfego de passageiros nas cidades pequenas e médias, as empresas regionais já substituíram suas aeronaves de 48 lugares por modelos maiores e de maior eficiência operacional. O turboélice de 70 lugares de capacidade mostrou-se ideal para o tráfego gerado hoje por muitas cidades brasileiras. As aeronaves de 48 lugares foram rapidamente substituídas pelo modelo maior que apresenta vantagens e novidades tecnológicas favoráveis as empresas e aos passageiros ao incorporarem poltronas mais ergométricas, maior cabine, redutores de ruído eletrônicos e maior velocidade, consequentemente menor tempo de voo e maior conforto.

    Os três maiores fabricantes de aeronaves regionais, tanto de turboélices quanto de jatos, tem planos ambiciosos para o mercado mundial de aeronaves regionais e para as cidades médias.

    Dentro de perspectivas de crescimento desse mercado, esses fabricantes já estão desenvolvendo os primeiros protótipos para a segunda geração de jatos e turboélices regionais.

    O atual turboélice de 70 lugares já tem uma versão para 86 lugares. A primeira aeronave já foi entregue no final de 2014, a um cliente da Ásia. Acredita-se que o fabricante concorrente irá lançar a versão para 90 lugares imediatamente.

    Os jatos regionais acomodam entre 76 passageiros a 118 passageiros, dependendo do modelo. Em 2016 aterrissa a segunda geração de jatos regionais no mercado mundial e Brasileiro. O modelo novo deve acomodar 130 passageiros ou 145 ou até 160 passageiros em configuração de alta densidade. O outro fabricante propõe 132 passageiros e uma versão de alta configuração para 144 lugares.

    Pelo exposto acima fica fácil perceber que tanto o turboélice quanto o jato irão crescer e ficar mais pesados. Talvez seja um erro projetar os aeroportos regionais do Estado sem levar em consideração as aeronaves mais pesadas e maiores que estão para chegar!

    Acredito que a resistência MÍNIMA do piso asfáltico deve ser para 29t, quando se pretende receber turboélices, e Mínimo de 60t para os jatos regionais. Exemplo: propostas de 23t para algumas cidades e pistas menores que 1.700m de comprimento podem ser um erro estratégico e replicado em muitos municípios do Estado.

    PISTAS MOLHADAS, MENORES QUE 1.500 metros, NÃO ATENDEM o NÍVEL DE SEGURANÇA DESEJÁVEL PELOS EMPRESÁRIOS DE AVIAÇÃO !!! Porque? Porque uma aeronave de 70 lugares necessita de 1.367 m para decolar com pista seca com uma temperatura ambiente de 15, conforme manual do fabricante. No Brasil a temperatura média é de 26C. Ou seja, (1.500m-1.367m) resta apenas 133m de pista para todas as eventualidades. Estando a pista molhada e temperaturas acima de 26C, 1.500m pode torna-se critico.

    Aeroporto Regional é também todo aquele aeroporto que já nasce operando voos por instrumento nas aproximações, pousos e decolagens baseados em informações GPS. Nenhum aeródromo pode receber o nome de “aeroporto” em pleno século 21, se não operar por instrumento. O GPS substitui com maior segurança e sem custos os antigos equipamentos afixados ao solo. O GPS é livre, grátis, sem ônus nem taxas.

    Não podemos construir pistas e aeroportos regionais para o hoje. O hoje já é passado! A pista Mínima:
    Turboélice = 1.700m x 30m + 29t + GPS
    Jato regional = 2.200m x 45m + 60t + GPS

    Saudações,
    Claudio Louzada, 59 - Consultor para o Modal Aéreo. Gaúcho de Porto Alegre. Ex-comandante da RioSul e Varig. Possui grande experiência em turboélices regionais, jatos comerciais, voos internacionais e consultoria.
    louzada.cl@gmail.com (11) 99173-7284
    Carrascosa e Louzada Engenharia e Soluções Empresariais.

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